Compre pelo Facebook

Agora os clientes de Oficinas de Manutenção de Extintores já tem uma nova opção de compras do TVN06 – torquímetrode vareta. Este torquímetro é o indicado pale Portaria do Inmetro. As opções são sem e com laudo válido em todo território Nacional. O pagamento pode ser  feito por duas das principais e mais seguras empresas de pagamento online do país, Paypal e PagSeguro. No PagSeguro você pode pagar em até 5x.  Acesse facebook.com/torkfort e acesse o menu “Compre Aqui”. Aproveite!

Recertificação ISO 9001/2008

Recertificação em setembro de 2011 - ISO9001/2008

Nesta semana (8 e 9/9/2011) as empresas do Grupo Tork (TorkFort e Usitork) foram recertificadas no padrão ISO 9001/2008 por mais 3 anos. Graças empenho e dedicação de todo grupo, o processo foi muito tranquilo e sem nenhuma ressalva à implementação atual. Junto com a Consultora Lisete Berg, que desde sempre foi a colaboradora da implantação, gostaríamos de agradecer a BSI que com grande profissionalismo e seriedade, representada pela Consultora Janaína Florão, passou em revista todo processo, garantindo a sua continuidade.

Nova Logomarca!!!

Nova Logomarca

Encerrado com chave de ouro o concurso promovido junto a WeDoLogos.com.br para a seleção da Nova Identidade Visual da empresa. Agradecemos as mais de 100 artes enviadas por designers de todo o Brasil que fizeram da escolha um prazeroso momento de exercício de criatividade. Nossa escolha foi muito difícil dada a qualidade dos trabalhos enviados.

Deixe-nos saber o que você achou da nova Identidade nos comentários abaixo!

Como pagamos impostos…

O advento da Substituição Tributária escalonada no País traz a tona um desafio de conhecimento “nunca antes visto na história” deste país. Uma grande confusão paira sobre as indústrias e seus clientes na hora de emisssão da Nfe. Para as pequenas e micro empresas torna-se imperativo ter um contador em seu quadro de funcionários. Vendas para SP, uma coisa, para MG outra, para SC ainda nada….Que loucura. Nas leituras da vida destaco abaixo um texto do jornal Estado de SP:

- O Imposto e seus prazos

Pelas praxes comerciais consagradas, é preciso que decorra um certo prazo entre o fato gerador de um tributo e o seu recolhimento, um tempo razoável para que se conclua a comercialização do produto. O que está ocorrendo no Brasil na área industrial é muito diferente. As fábricas produzem e recolhem impostos e contribuições muito antes de receberem de seus clientes. Levantamento realizado pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Fiesp revelou que 93,5% das indústrias instaladas no País recolhem tributos 49 dias, em média, antes de verem liquidadas as suas faturas. O resultado é uma sobrecarga financeira, que, segundo a entidade, chegou a R$ 8,9 bilhões em 2010, agravando o custo Brasil. Não só a competitividade dos produtos brasileiros é afetada, mas também a inflação, uma vez que as indústrias são levadas a repassar o ônus para o comércio e este, para o consumidor. Pelos cálculos do Decomtec, essa defasagem é responsável por um acréscimo de 0,69% na média no preço final dos produtos industriais.

A distorção teve origem, segundo o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, na inflação desabalada que assolou o País durante décadas até o Plano Real. Com a remarcação contínua dos preços, as indústrias passaram a dar aos seus clientes prazos mais exíguos para pagamento. O Fisco também encurtou o prazo para cobrança. “O problema é que depois a inflação foi reduzida e as empresas voltaram a dar maior prazo aos clientes, mas o governo não voltou a dar mais tempo para pagar tributos”, como ele disse ao jornal Valor (7/2).

Deve-se levar em conta que há impostos e contribuições que incidem desde o início do ciclo de produção industrial – em média, de 72 dias -, período em que devem ser recolhidos encargos trabalhistas e pagos outros impostos sobre insumos. Segundo a tabela divulgada pela Fiesp, o FGTS é recolhido com um intervalo de 105 dias com relação à produção final; contribuições para o INSS, com 92 dias, e Imposto de Renda Pessoa Física, também com 92 dias. Sobre insumos adquiridos, importados ou não, a cobrança do ICMS, do IPI, PIS e Cofins é feita com 56 dias de antecedência.

Essa situação causa problemas constantes para a gestão das empresas, especialmente pequenas e médias, que não dispõem de recursos em caixa para fazer o pagamento dos tributos no vencimento. Para evitar multas e não se tornar inadimplentes, as empresas são naturalmente levadas a tomar empréstimos no sistema bancário, arcando com altos juros, o que afeta sua capacidade de investir. Muitas indústrias, em uma fase de demanda aquecida, têm planos para ampliar a sua capacidade ou construir novas instalações ou aperfeiçoar os seus processos de produção. Mas, em face das obrigações tributárias, precisam suspender os projetos ou tocá-los mais lentamente.

Em razão de tudo isso, a Fiesp propôs ao governo federal uma prorrogação de 60 dias para recolhimento dos impostos devidos pelas indústrias. Bem consciente dos esforços que vem fazendo o governo para ajustar as contas públicas, o que não depende apenas de corte de despesas de custeio, mas também da manutenção da arrecadação em nível satisfatório, a entidade propôs que, a cada mês, o prazo seja alongado em cinco dias além do atualmente previsto. Em 12 meses, esse adiamento poderia chegar a 60 dias.

A proposta também será levada aos governos estaduais, que cobram o imposto mais pesado de todos para a indústria – o ICMS. Nesse caso, há um complicador, que é a substituição tributária, mecanismo pelo qual as indústrias antecipam o pagamento aos Estados do tributo que deve ser pago pelos varejistas. Embora o valor incidente seja acrescido à fatura dos produtos industriais, os empresários do setor reclamam que, na realidade, estão financiando o comércio. O custo da antecipação do ICMS varia de empresa para empresa, mas algumas indústrias estimam que subtrai de 13% a 16% de suas disponibilidades de caixa. O alongamento do prazo de recolhimento amenizaria o problema.

Todas essas questões deveriam ser tratadas numa reforma fiscal-tributária ampla, que vem sendo postergada, Mas soluções pontuais podem ser encontradas por meio de um diálogo construtivo entre as entidades empresariais e os governos.

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Teoria básica – parafusos

O parafuso é talvez o componente mais encontrado nas motocicletas. Apesar de sua simplicidade sem eles a moto seria somente um amontoado de peças.
Existem diversos tipos roscas diferentes. Nas motos, geralmente a rosca utilizada é conforme a norma ISO e é chamada rosca métrica. Existem dois tipos de roscas métricas: fina e grossa.

A rosca também pode ser direita ou esquerda, isto é, ter sentidos de aperto diferente. Um parafuso de rosca direita quando girado no sentido horário está sendo apertado, o de rosca esquerda, o contrário. Raramente é utilizado um parafuso de rosca esquerda. Nas motos, devido ao sentido de rotação do magneto, uma porca de rosca direita poderia se afrouxar. Neste caso é utilizado rosca esquerda. Um outro exemplo são os espelhos retrovisores ou os pedais de bicicleta onde um lado a rosca é direita e o outro a rosca é esquerda. Deste modo a tendência da peça é se manter apertada.
As roscas métricas são designadas pelo seu diâmetro. Por exemplo, uma rosca métrica grossa com o diâmetro de 6mm é uma rosca M6. Caso o parafuso seja de rosca fina devemos informar o passo da rosca que é a distância que o parafuso avança em uma volta. Neste caso a designação seria M6x0,75

O material que o parafuso é feito vem estampado na sua cabeça na forma de um código de dois números no formato XX.Y. Por exemplo, 5.8, 8.8 ou 12.9. Saber conhecer esse código é importante por dar uma boa idéia da resistência do parafuso e para determinar o torque de aperto máximo. O primeiro número (XX) multiplicado por 10 diz o limite de resistência à tração do parafuso e o segundo número (Y) multiplicado por (XX) o limite de escoamento. Por exemplo, um parafuso 12.9 possui 120kgf/mm² de resistência e 108kgf/mm² de limite de escoamento. Complicado?

Aperto dos parafusos.

Os fabricantes divulgam no manual de oficina o torque de aperto para todos os parafusos de cada moto. Com o aperto excessivo podemos: espanar os fios da rosca, quebrar o parafuso, empenar a peça que está sendo fixada e esmagar a junta causando vazamento e outros problemas que podem surgir mais tarde. Do mesmo modo um aperto insuficiente pode provocar: vazamentos, fazer o parafuso se perder ou causar desalinhamento em peças ou componentes.

Somente com uma ferramenta chamada torquímetro, conseguimos medir o aperto dado em cada parafuso. Para a grande maioria dos serviços executados nas motos um torquímetro de vareta com escala até 120Nm é suficiente e não custa muito caro. (1kgf.m=10Nm)

Chave
Sextavada
(mm)
RoscaTorque
(especificação
para parafusos
gerais - N.m)
8M54-8
8M66-10
10M66-10
12M815-25
13M815-25
14 a 17M1030-40
17 a 19M1240-55
19 a 22M1475-90
26M1758-70
27M1858-70
30M2070-83

Chave
Allen
(mm)
RoscaTorque
(especificação
para parafusos
gerais - N.m)
5M66-10
6M815-25
8M1030-40
12M1240-55

Torque de Aperto de cabeçote

MotoAperto
(N.m
XL125S18
20 (porcas)
NX15029
XLX250R47 a 53
Sahara12
XLX350R12
DT18025
DT20022
XT60020 (porcas)
25 (parafusos)
SXT 16,520 a 22
SXT 27,5/30,035 a 36

Deve-se lembrar sempre de que ao desmontar ou montar componentes deve-se sempre procurar apertar ou desapertar os parafusos de maneira alternada (em cruz) para evitar empenar a peça ou sobrecarregar algum parafuso.

Fonte: endurohp.eng.br

Torquímetro que atende aos prestadores de serviço da Rede ZF

A Torkfort, diante das várias solicitações de seus clientes, desenvolveu um conjunto de torquímetro e chaves dirigido aos colegas da Rede ZF que tanto nos honram com suas consultas. Trata-se do torquímetro de estalo com pontas intercambiáveis TIR05 (5-50 N.m) encaixe 9×12 e as chaves estrela aberta 10, 12 e 13mm.
Usado para o modelo de câmbio AS-TRONIC, o pacote de ferramentas atende as especificações exigidas. Consulte o valor promocional para pagamento à vista.

Também temos recebido consultas do TIR30 (50-300 N.m) com encaixe de 14×18 e chave estrela aberta de 19mm.  Consulte o valor promocional para pagamento à vista.

Ligue agora para 51 35883230 e faça seu pedido ou consulte condições para faturamento.

Recesso de Natal

Nesta semana entre Natal e Ano Novo estaremos de Recesso Natalino, retornando nossas atividades dia 3 de janeiro de 2011. Qualquer dúvida enviar para o email tork@torkfort.com.br. Aproveitamos para desejar a todos um Feliz Natal e Excelente 2011.

Portal de Empresas MetalValley

Neste início de ano as empresas participantes do Sindimetal VS, mais precisamente do Grupo Setorial MetalValley – empresas capacitadas a exportação –  lança seu portal na mídia digital. O portal é um importante instrumento de pesquisa para compradores e clientes que queiram encontrar serviços e produtos no Mercosul e outros blocos comerciais. Podendo ainda compor sua necessidade dentre os participantes. Visite agora mesmo: metalvalley.com.br. O desenvolvimento do Portal foi responsabilidade da  agência especializada em Presença Digital SiriusPrime.

Que exatidão é exigida de um torquímetro?

Segundo a Norma ISO 6789:2003:

  • os torquímetros digitais (TIPO I CLASSE C), tipo relógio e medidor de aperto de tampas  (TIPO I CLASSE B)   podem ter um erro de exatidão de até +/- 6% do torque indicado para escalas até 10 N.m e de até 4% para torque máximos acima de 10 N.m. Esta exatidão é valida entre 20% e 100% do valor da escala.
  • os torquímetros tipo vareta (TIPO I CLASSE A) podem ter um erro de exatidão de até +/- 6% do torque indicado, entre 20% e 100% do valor da escala.
  • os torquímetros tipo estalo (TIPO II CLASSE A) e tipo estalo sem escala (TIPO II CLASSE B)  podem ter um erro de exatidão de até +/- 6% do torque indicado para escalas até 10 N.m e de até 4% para torque máximos acima de 10 N.m. Esta exatidão é valida entre 20% e 100% do valor da escala.